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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

תהילים פרק קנ Salmos 150 - O que vale a pena na Vida

Salmos 150
O que vale realmente a pena fazer nessa Vida?

Algumas pessoas responderiam plantar uma árvore, escrever um livro ou ter filhos. São formas de perpetuar a nossa memória na terra após a morte, de fazer com que as pessoas se lembrem de nós por gerações. Conquistar isso é realmente maravilhoso, mas há algo superior que nos trará maior satisfação em tempos vindouros. Toda vez que louvamos a D'us com sinceridade nossos louvores são lançados na Eternidade, para onde iremos. Isso quer dizer que quando morrermos veremos como num filme instantâneo tudo o que fizemos na vida, inclusive os momentos de satisfação em dizer: "Toda a minha alma louve a YAH!".

Nossos louvores também são registrados nos céus, e que satisfação você sentirá após a sua ida ao Mundo Vindouro em ver os seus momentos de alegria em D'us no seu Grande Filme?
 No Salmo final de Tehilim, o salmista resume o propósito de toda a obra. Os Salmos foram compostos para dar ao homem a oportunidade de desenvolver e enriquecer sua alma pelo reconhecimento das ações misericordiosas de D'us em prol de sua vida e de toda a humanidade e plena oferta de louvores e cânticos a Ele.
Reconhecer D'us em todas as situações é um grande desafio.

Música cantada por Yosef Karduner

 
Cante acompanhando as letras vermelhas.

1.הַלְלוּ-יָהּ Louvem a D'us (Yah)
Halelu-Kah

הַלְלוּ-אֵל  Louvem a D'us (El)
Halelu - El



 בְּקָדְשׁוֹ No seu Santuário
Be'kad'sho



 הַלְלוּהוּ Louvem-no
Haleluhu 


 בִּרְקִיעַ עֻזּוֹ no firmamento(Céu) de Sua força.
 Bir'ki'a  'uzo

2.הַלְלוּהוּ Louvem-no
Haleluhu 


בִגְבוּרֹתָיו Na Sua bravura
Bigue'vurotain

 הַלְלוּהוּ Louvem-no
Haleluhu 

כְּרֹב גֻּדְלוֹ Conforme Sua abundante grandeza
ke'rov gude'lo



3. הַלְלוּהוּ Louvem-no

Haleluhu 

 בְּתֵקַע שׁוֹפָר No toque do shofar
Be'te'ka shofar

 הַלְלוּהוּ Louvem-no
Haleluhu 

 בְּנֵבֶל וְכִנּוֹר no nevel e kinor
Be'nevel ve'kinor


4. הַלְלוּהוּ Louvem-no

Haleluhu 


בְּתֹף וּמָחוֹל No tof e machol
Be'tof  umachol

 הַלְלוּהוּ Louvem-no
Haleluhu 

 בְּמִנִּים וְעֻגָב No minim e ugav
Be'minim ve'ugav



5. הַלְלוּהוּ Louvem-no

Haleluhu 


 בְצִלְצְלֵי-שָׁמַע No tzil'tz'lei shamá
Be'tzil'tz'lei shamá

 הַלְלוּהוּ Louvem-no
Haleluhu 

 בְּצִלְצְלֵי תְרוּעָה No tzil'tz'lei te'ruá
be'tzil'tz'lei teruá




6.כֹּל הַנְּשָׁמָה Toda a alma

Kol  hane'shamah

 תְּהַלֵּל יָהּ Louve a Yah
Te'chalel  Kah

 הַלְלוּ-יָהּ Alelu - Yah
Alelu - Kah


Instrumentos musicais em hebraico citados em salmos 150:

Os instrumentos musicais deTehilim 150 é uma figura das diferentes formas e situações em que o homem pode adorar a D'us. Pode-se perceber a proximidade Dele e tremer diante de Sua Presença e julgamento temível pelo forte toque do shofar (verso3), que lembra sua forte voz, "kol", através de um trovão. Em determinados momentos, pode-se também acalmar a alma através da serenidade dos sons delicados do nevel e kinor (alaúde e harpa), reconhecendo-se que a tranquilidade da felicidade também é um presente.
Há momentos em que a vida torna-se agitada e turbulenta como as batidas do tof (tambor) e a música de machol (dança) pode liberar as tensões, pois mesmo nessas situações, o homem não pode permitir que o tumulto o faça esquecer do louvor a D'us.
A ampla variedade de instrumentos musicais citada nesse Salmo reflete o largo espectro das emoções humanas. Muitos sons diferentes assemelham-se aos muitos ânimos e humores, as intercalações de alegria, tristeza, depressão, agitação e tranquilidade próprias da vida. A nossa alma não deve permanecer insensível e silenciosa em todas essas situações, e sim, aberta a novas percepções da bondade e misericórdia divina.

versículo 3
הַלְלוּהוּ Louvem-no
 בְּתֵקַע שׁוֹפָר no toque do shofar (1)
 הַלְלוּהוּ Louvem-no
 בְּנֵבֶל וְכִנּוֹר no nevel (2) e kinor (3)
versículo 4
 הַלְלוּהוּ Louvem-no
 בְּתֹף וּמָחוֹל no tof (4) e machol (5)
 הַלְלוּהוּ Louvem-no
 בְּמִנִּים וְעֻגָב no minim (6) e ugav (7)
versículo 5
הַלְלוּהוּ Louve-no
 בְצִלְצְלֵי-שָׁמַע no tziltzelei shamá (8)
 הַלְלוּהוּ Louve-no
 בְּצִלְצְלֵי תְרוּעָה no tziltzelei teruá (9)
versículo 6
כֹּל הַנְּשָׁמָה Toda a alma
 תְּהַלֵּל יָהּ Louve a Yah
 הַלְלוּ-יָהּ Louvem a Yah! (Aleluia!)


shofar (1) 
(do hebraico שופר shofar ) é considerado um dos instrumentos de sopro mais antigos. Somente a flauta do pastor – chamada Ugav, na Bíblia – tem registro da mesma época, mas não tem função em serviços religiosos nos dias de hoje.
O shofar não produz sons delicados como o clarim moderno, a trombeta ou outro instrumento de sopro, mas para os judeus, o shofar não é apenas um instrumento "musical". É um instrumento tradicionalmente sagrado.
Na tradição judaica, lembra o carneiro sacrificado por Avraham (Abrão) no lugar de Yitschac (Isaac) através da história da Akedá (amarração de Yitschac), lida no segundo dia de Rosh Hashaná.
O shofar é feito de um chifre de animal casher (considerado limpo). Qualquer chifre pode ser usado para o shofar, exceto vaca ou touro, pois estes chifres são chamados em hebraico de "keren" e não shofar, e também porque seu chifre poderia remeter ao Bezerro de Ouro que os filhos de Israel fizeram no deserto, ao deixarem o Egito.
Geralmente, e de preferência, o shofar é feito de um chifre de carneiro, em memória do carneiro que foi oferecido em lugar de Yitzhak (Isaac), que permitiu-se ser atado e colocado sobre o altar como um sacrifício a Deus.
Nos tempos antigos, o shofar era usado em ocasiões solenes. A palavra shofar é mencionada pela primeira vez em conexão à Revelação Divina no Monte Sinai, quando "a voz do shofar era por demais forte e todo o povo do acampamento tremeu". Assim, o shofar em Rosh Hashaná (ano novo judaico) tem o dever de lembrar aos judeus suas obrigações para com seu serviços religiosos.
O shofar também era tocado durante as batalhas contra inimigos perigosos. Portanto, o shofar de Rosh Hashaná serve como um grito de guerra contra o inimigo interior, impulsos maus e paixões.
O Shofar emite três sons característicos: Tekiá – um som contínuo, como um longo suspiro; Shevarim – três sons interrompidos, como soluços; Teruá – nove (ou mais) sons curtíssimos como suspiros entrecortados em prantos.
O shofar era uma espécie de trompa.

nevel (2) 
ALAÚDE: Instrumento de corda, semelhante à viola. É a tradução da vulgar palavra hebraica nebel. Nebel é a maior parte das vezes traduzido pelo termo saltério. As cordas eram tocadas com os dedos (Isaías 5.12; 14.11; Amós 5.23; 6.5);
SALTÉRIO: Instrumento de cordas para acompanhar a voz (Salmo 33.2; 144.9). Era uma espécie de alaúde, semelhante à viola, mas de forma triangular ou trapezoidal;

kinor (3) 
É o mais antigo instrumento musical que se conhece, existindo já antes do dilúvio (Gênesis 4.1). A palavra hebraica kinnor, que se acha traduzida por harpa, significa provavelmente a lira. Os hebreus faziam uso dela, não só para as suas devoções, mas também nos seus passatempos. Nas suas primitivas formas parece ter sido feita de osso e da concha de tartaruga. Que a harpa era um instrumento leve na sua construção, claramente se vê no fato de ter Davi dançado enquanto tocava, assim como também fizeram os levitas
(1 Samuel 16.23; e 18.10). Não era usada em ocasiões de tristeza (Jó 30.31; Salmo 137.2).
"É importante ressaltar que Kinor no hebraico moderno significa violino, que nas formas que pode ser concebido desde o renascimento até a atualidade, não teria nenhum equivalente na antiguidade em questão."

tof (4) tambor, percussão 
TAMBORINS - Pequenos tambores. Ainda hoje as mulheres do Oriente dançam ao som do tamborim. (ver: Êxodo 15.20; 2 Samuel 6.5; Jó 21.12). "A profetiza Miriam, irmã de Aarão, pegou o tamborim. As mulheres todas a seguiram, dançando e tocando os tamborins. (Êxodo 15:20)"
No hebraico moderno tof é um pequeno tambor. Pode ser descrito como pandeiro,tamboril ou tamborim, embora, por exemplo, o tamborim das escolas de samba brasileiras seja tocado com uma espécie de baqueta e possivelmente distancie-se da idéia inerente às traduções bíblicas que utilizam o termo tamborim. O termo pandeiro nos moldes atuais tem uma conotação que indica a presença de platinelas inseridas
nas laterais do instrumento, o que aparentemente também não seria o caso bíblico. O tof foi extremamente popular e assumiu um papel chave entre os instrumentos usados em contexto religioso e em celebrações. A forma plural do termo é Tupim."

machol (5) dança
minim (6) de "men" que significa corda, instrumentos de cordas
ugav (7) flauta
"Cantareis como na noite em que se celebra a festa, tereis o coração alegre, como o que caminha ao som da flauta, que vai para a montanha do SENHOR, para o rochedo de Israel." (Isaías 30:29).
"A palavra Ugab em hebraico moderno significa órgão, e os órgãos conhecidos da antiguidade são os órgãos hidráulicos supostamente existentes na cultura egípcia, tendo sido utilizados também na cultura greco-romana."

tziltzelei shamá (8) teruá (9) os tziltzelei são címbalos
Instrumentos de percussão formados por dois pratos: "David e os chefes do exército puseram à parte, para o serviço, os filhos de Asaf, de Heman e de Iedutun, que profetizavam com cítaras, harpas e címbalos...."
(Crônicas 25:1)
"David e toda a casa de Israel dançavam com entusiasmo diante do SENHOR,
ao som de todos os instrumentos de cipreste, das cítaras, das harpas, dos tamborins, dos sistros e dos címbalos. (2 Samuel 6:5)"
shamá - som mais melódico, com frases musicais, para ouvir com atenção e meditar.
teruá- som mais retumbante, mais forte, como um grito ou clamor,(comparado ao um som de um clarim ou corno) som para despertar, acordar, avisar, som prolongado e profundo, estrondo que ecoa.
A Música Judaica (a partir do séc. X AC)

O povo hebreu, formado na Palestina a partir de tribos nômades de origem caldaica, assimilou a cultura dos povos semitas, concretamente dos que habitavam o Crescente Fértil. Foi a religião monoteísta, sobretudo, que demarcou este povo das tribos circundantes, sofrendo, embora, influências várias por contatos incessantes, livres ou forçados, com os povos vizinhos. É por isso que a sua cultura musical não se pode explicar sem a influência da música do Egito e dos povos mesopotâmicos.
Como acontece em outros níveis culturais, a música judaica é especialmente bem conhecida graças ao grande documento que é a Bíblia, embora outros documentos históricos ou arqueológicos, como é a Mishnah e os manuscritos do Mar Morto, sejam testemunhos da riquíssima vida musical do povo de Israel.
A Bíblia é um documento que transmite a tradição e a concepção musical dos Judeus. Nela se encontra efetivamente uma explicação para a origem da música, a descrição da sua prática no trabalho, no ócio e no prazer, na corte, como canto de amor e de escárnio, como canto elegíaco, etc. Mas é sobretudo no culto do Templo que a música atinge elevado grau de organização.

O Serviço Religioso no Templo e a Música 
O Templo foi projetado pelo Rei David, mas construído verdadeiramente pelo seu filho Salomão, desde 972 a 932 a. C.
O serviço religioso era executado por sacerdotes, levitas, cantores e porteiros. Cada grupo tinha as suas funções bem definidas sendo sustentados pelo povo na medida das suas necessidades. Os cantores viviam em bairros em torno de Jerusalém e eram dirigidos por um chefe. Um dos livros bíblicos fala de 288 cantores distribuídos por 24 classes, paralelamente ao número de classes sacerdotais, destacando-se o papel dos mestres, dos alunos e dos instrumentistas.

São numerosos os instrumentos citados na Bíblia para o uso do culto do Templo. O uso dos instrumentos reduzia-se quase exclusivamente ao acompanhamento das vozes, executando, embora, uma heterofonia característica: ornamentos, oitavas, etc. 
Solos instrumentais eram utilizados apenas em função simbólica: os címbalos, por exemplo, marcavam o início do canto dos levitas; as trombetas o início dos sacrifícios da manhã e ainda o fim de cada sessão de canto com o convite à prostração; finalmente, o shofar indicava o início do ano.
Podem organizar-se do seguinte modo:

INSTRUMENTOS DE CORDAS:
Nevel - harpa grande, originalmente sem caixa de ressonância,
Kinnor - harpa pequena ou lira, também sem caixa de ressonância. (Não é certo o número de cordas destes instrumentos, mas a verdade é que não havia culto sem eles)
INSTRUMENTOS DE SOPRO:
Shofar - uma espécie de corno, com sons pouco diferenciados; era utilizado como sinal e símbolo; tocado só por sacerdotes, era ainda envolvido em simbolismo mágico, é o único instrumento que persiste nas sinagogas.
Hasoserah - trombeta comprida utilizada também só por sacerdotes, dentro de uma função cultual ou social.
Ugav - flauta pequena.
Halil - tipo de gaita grande, correspondente ao monoaulos grego; som agudo e penetrante.
Alamoth - flauta dupla, correspondente ao instrumento egípcio, assírio e grego.
INSTRUMENTOS DE PERCUSSÃO:
Tof - pequeno tambor,
Selselim - címbalos,
Paamonim - campainhas.

Segundo a Mishnah, um comentário histórico à palavra inspirada da Bíblia, existia no Templo um verdadeiro conjunto orquestral permanente, constando dos seguintes instrumentos:
Nevei mínimo de 2, máximo de 6.
Kinnor mínimo de 9, máximo ilimitado.
Halil mínimo de 2, máximo de 12.
Selselim apenas um par

O mesmo documento para-bíblico refere que o coro era constituído por homens adultos em número ilimitado, mas no mínimo de 12, os quais tinham que estagiar durante um ano.

O grandioso Templo de Jerusalém foi destruído em 587 a.C.por Nabucodonozor e os seus habitantes deportados para a Babilônia. Durante o exílio muita coisa mudou na vida dos judeus. Se é verdade que os instrumentos não mais se ouviram, também é certo que o culto do Templo foi substituído por uma liturgia de tipo doméstico, aí aparecendo, ao que parece, a instituição da Sinagoga. Ora, se na sinagoga não é possível, por razões históricas e formais, a liturgia solene do Templo, a verdade é que o canto dos salmos e a proclamação da Palavra de D'us teve aí a sua continuidade. Com a exceção da música instrumental, pode-se dizer que toda a música vocal do Templo passou para a sinagoga, onde se cantavam os salmos, as preces e o texto sagrado.

No que se diz sobre o repertório usado no Templo, as aclamações da assembléia do gênero Amén, Hosana e Aleluia predominavam nos Salmos. Estes são poemas sacros de louvor, súplica ou aclamação cantados ao som de um instrumento de cordas. Como quase toda a poesia semítica, estes poemas contêm um número indefinido de versículos, cada um dos quais se divide ainda em duas partes ou hemistíquios. Normalmente eram compostos segundo as regras do paralelismo, por ex.:

«Bendiz minha alma ao Senhor, e todo o meu ser ao seu santo nome!»

O carácter musical de Salmos é atestado pelo cabeçalho de muitos deles, onde pode constar o autor, a dedicatória, o instrumento acompanhante e a forma de execução.

Ex: «Ao mestre da Música para os filhos de Coré. Uma canção sobre Alamoth (flauta dupla)».

De um ponto de vista prático, cada versículo era cantado segundo um esquema determinado (a fórmula salmódica, v.cap.III), mas suficientemente elástico para se poder adaptar a um número indefinido de silabas e palavras. Quanto à execução dos salmos, conheciam-se especialmente duas formas:

• a forma antifonal (antifonia): coro l - coro 2 - coro l - coro 2....

• a forma responsorial: solista - coro - solista - coro...
Porém, adotavam-se praticamente quatro modelos, segundo se pode concluir pelo próprio conteúdo de alguns exemplos:

Salmodia direta (Salmo 13)
Salmodia responsorial (Salmo 67)
Salmodia antifonal (Salmo 103, 20-22)
Salmodia litânica (Salmo 136)


Juntamente com os Salmos, aparecem dispersos na Bíblia outros poemas musicais, chamados precisamente Cânticos. Da mesma forma que os Salmos são por vezes intitulados Cânticos no próprio saltério, pode-se dizer que os cânticos se podem também classificar formalmente como Salmos: a sua estrutura poético-musical é idêntica.

No que se refere ao sistema musical judaica, os estudos mais recentes de musicólogos como Sachs, Lachmann e Idelsohn levam a pensar numa estrutura modal e tetracórdica.

(Texto cedido com gentil permissão dos professores e autores Maria José Borges e José Maria Pedrosa, da Escola de Musica do Conservatório Nacional de Lisboa)
Bibliografia

1.Revista Vértices No. 12 (2012)
Departamento de Letras Orientais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo
E FEZ-SE MÚSICA: CANTO E INSTRUMENTOS NA BÍBLIA HEBRAICA
AND THERE WAS MUSIC: SINGING AND INSTRUMENTS IN THE HEBREW BIBLE Sonia Goussinsky1
2.A Torá Viva - O Pentateuco e as Haftarot - Anotado por Rabino Aryeh Kaplan- Editora Maayanot;
3.Tehilim - Salmos Tradutores: Adolph Wasserman & Chaim Szwertszarf; McKlausen Editora; RJ.
4.Dicionário Português Hebraico e Hebraico Português - Abraham Hatzamri e Shoshana More-Hatzamri - ed. Sêfer



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