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Jacó: o Grande Empreendedor

Ayin/Shin/Resh A riqueza de Jacó foi planejada pelo próprio. Obviamente, ele teve duas qualidades imprescindíveis para prosperar: generosi...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A pastagem de Salmos 23.1

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מִזְמוֹר לְדָוִד:(cântico de David)

יְהוָה רֹעִי, לֹא אֶחְסָר

Em Tehilim 23.1:

O rei David compôs esse cântico durante uns dos momentos mais atribulados de sua vida. Estava fugindo de Saul e de seu exército, e após deixar os seus pais aos cuidados do rei de Moabe, embrenhou-se numa floresta estéril e desolada("bosque" em algumas traduções). I Samuel 22.3-5

Ao perceber a própria situação de pura dependência divina em um ambiente sem conforto e alimento, exclamou confiante:

" Senhor ....pastagem, não me faltará."

Uma outra proposta de tradução, um pouco mais próxima da "O Senhor é meu pastor e nada me faltará" que conhecemos muito bem é:

"Senhor, pastor meu, não me faltarás."

Há duas propostas de tradução porque as palavras "pastagem" e " meu pastor" em hebraico têm radicais idênticos e diferem por pequenos sufixos e pontuações.

Nos dicionários modernos a palavra "pastagem" assemelha-se ao possessivo
"meu pastor".

Isso é muito comum no texto bíblico hebraico, e o texto dá duas nítidas interpretações:

1. David se escondeu na floresta e, percebendo que ali não conseguiria alimentos tão facilmente, confiou em D'us e nas Suas provisões. Essa interpretação é reforçada pelo fato dos judeus recitarem esse Salmo após lavar as mãos e antes das bençãos ao término das refeições.
Há uma ligação íntima do Salmo 23 e a refeição ("preparas uma mesa diante de mim"...."minha taça transborda"). Segundo a tradição judaica, conduzida pelo rabino Arizal, esse texto tem 57 palavras, que é o mesmo valor numérico da palavra"Zan", alimento. Ele também contém 227 letras, que é o equivalente numérico da palavra "Brachá", benção. Por esses ensinamentos, aqueles que recitam este Salmo e vivem de sua mensagem serão abençoados com muitas provisões.

2. David declara que confia na permanente presença de seu Pastor nesse momento de tribulação, e descansa nessa segurança.

Entendemos que a palavra "nada" é apenas uma adaptação lingüística dos tradutores à palavra hebraica "ló", que quer dizer "não".

Fonte:
Salmos, Tehilim - tradutores: Adolpho Wasserman & Chaim Szwertszarf;McKlausen Editora, RJ
The Holly Scriptures, The Society For Distributing Hebrew Scriptures, England.
Dicionário Português-Hebraico e Hebraico Português, A. & S.Hatzamri, Sêfer, 2007.
Gláucia Vilela

Jefté e os 42 mil mortos de Efraim


Confirmando a numerologia dos 42 rapazes que foram mortos por zombarem de Eliseu, no Tanakh vemos a repetição desse número em outra situação de julgamento divino.

A liderança de Jefté sobre Israel foi questionada pela tribo de Efraim (Juízes 12.1-7), apesar do Espírito do Senhor já tê-la confirmado antes da vitória dos israelitas na guerra contra os amonitas (Juízes 11.29-32 e 33). A contestação foi reforçada pelo fato de Jefté ser filho de uma prostituta, e não ter direito a nenhuma herança. Após ser expulso de casa, ele foi morar com homens levianos na terra de Tobe (Juízes 11.3), como David, que fugiu de Saul se escondendo nas cavernas de Adulão, formando um exército de "homens endividados e de espírito desgostoso"(I Samuel 21.1-2).

A severa repreensão de D'us deveria se propagar como uma mensagem universal, representada pelo número quatro. ("os quatro cantos do mundo", ou "aos quatro ventos"). Todos teriam que respeitar Jefté como juiz e, no caso dos jovens mortos pela ursa, a liderança espiritual do profeta Eliseu.

O número dois representa a dualidade pecaminosa de Efraim (pois sabiam sobre o Bem, mas realizaram o Mal) que após a vitória de Jefté e seus homens, abriu guerra contra eles.

"...e caíram de Efraim, naquele tempo quarenta e dois mil." Juízes 12.6

O que acontece quando se questiona uma liderança levantada por D'us em Israel?

Todos os que contestaram severamente uma liderança espiritual em Israel, como no caso dos 42 jovens mortos pela ursa, foram punidos com morte. Caso de Miriã, que contestou a liderança de Moisés (Números 12.2). Não foi morta, porque este intercedeu por ela (Número 12.13); o povo reclamou também contra Moisés por não haver carne e alimentos do Egito no deserto (Números 11. 4 e 5, e condenados com praga em 11.33). A murmuração contra Moisés e Arão em Números 14.2 e a repreensão em morte e pestilência em Números 14.12 impedida pela intercessão de Moisés em Números 14.18-19, mas condenados em Números 14.23 a não conheceram a Terra Prometida.
A rebelião de Coré, Datã e Abirão engolidos pela terra em Números 16.32-33. A rebelião de Seba contra o rei David em II Samuel 20.1 que foi condenado à morte com a ajuda de uma mulher "e cortaram a cabeça de Seba", II Samuel 20.21-22. A maldição de Simei contra David em seus tempos difíceis, II Samuel 16.5-6 condenado à morte em I Reis 2.36-46 por desobediência ao rei Salomão.


Fonte:
The Holly Scriptures, The Society For Distributing Hebrew Scriptures, England.
Dicionário Português-Hebraico e Hebraico Português, A. & S.Hatzamri, Sêfer, 2007.
Numerologia Judaica e seus Mistérios - David Zumerkorn, revisado por Rabino David Weitman, Ed. Maayanot,SP, 2005.


Gláucia Vilela

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A calvície de Eliseu e os 42 jovens mortos


Um dos símbolos de fúria e julgamento divino na Bíblia é representado pela ursa roubada de seu filhote.

Os ursos eram animais abundantes nas antigas florestas da Palestina, embora sejam raros na região atualmente.

Qual foi o grave pecado dos 42 jovens mortos pelas duas ursas?

II Reis 2.23-24, ocorreu no seguinte contexto:

Eliseu havia acabado de testemunhar a subida de Elias aos céus (II Reis 2.9-12), recebendo o seu poder (II Reis 2.15), dividiu águas (II Reis 2.14) e curou águas estéreis de uma cidade (II Reis 2.19-22). 

1. Os jovens não eram crianças ou meninos, e sim rapazes jovens ( "nearim ketanim" no plural no texto hebraico ; "na'ar" no singular, quer dizer rapaz e"katan", jovem);

2. Eliseu após a ascenção de Elias (II Reis 2.11-12), e em sinal de luto, rasgou as suas vestes; o luto segundo a tradição judaica, dependendo da pessoa, pode durar meses, então, quando Eliseu subiu a Betel, ainda estava "rasgado" em hebraico, "karua' ";

3. Segundo as nossas traduções, Eliseu foi chamado de "calvo" ou "careca", que no texto em hebraico é "karea' ", palavra que também pode ser traduzida como "gelo". É muito comum na linguagem bíblica uma palavra hebraica ter vários significados que se explicam ou se completam.

Naqueles tempos, a brancura da lepra era comparada à cor da neve (Êxodo4.6, a mão leprosa de Moisés; Miriã ficou leprosa como a neve em Números12.10).
Existiam muitos leprosos na época de Eliseu e eles tinham que raspar a cabeça e andar com as vestes rasgadas. Por causa disso, quem era calvo era tratado com um certo preconceito.

Quando os rapazes avistaram o profeta, o rejeitaram como a um leproso. O texto não confirma se Eliseu havia raspado ou arrancado os cabelos em sinal de luto, como era costume na época (Esdras 9.3), ou se era realmente calvo.

De qualquer forma, ele não poderia ser comparado a um leproso conforme
Levítico 13. 40 e 41: "E, quando os cabelos do homem caírem da cabeça, calvo é, mas limpo está. E se lhe caírem os cabelos na frente da cabeça, meio calvo é; mas limpo está."

Os jovens sabiam que Eliseu era profeta?

É certo que Elias tinha popularidade em toda Israel. Em II Reis 2.2, antes de ser levado por um redemoinho, passou em Betel e em Jericó com Eliseu, onde foram recebidos pelos filhos dos profetas. Conforme o texto,de alguma forma, todos sabiam que "naquele dia", Elias seria tomado por cima da cabeça de Eliseu.

Após a separação das águas do Jordão os filhos dos profetas exclamaram: "O Espírito de Elias repousa sobre Eliseu." (v.15).

No caminho para Betel, os jovens vieram por trás, chamando-o de "calvo" ou "gelo". Na ordem para subir ("Sobe, calvo; sobe calvo" - v.23) , o radical do verbo subir é o mesmo de" 'olah", holocausto. A mensagem foi essa: "Elias subiu, você subirá também? Então suba!" Um grave alardeamento. Os jovens rejeitaram Eliseu pela sua aparência, tentaram testar a sua sucessão, e morreram porque transgrediram a Lei de Moisés e colocando à prova a escolha de D'us para a continuidade do Espírito de Elias sobre a terra.

Mais três observações quanto ao texto hebraico:

1. As duas ursas despedaçaram os jovens como eram despedaçadas as vestes de Eliseu.

2. Ao se referir à morte "daqueles meninos"(v.24), aqui a palavra não é mais "na'ar"(jovem), e sim "ieladim", meninos. Eles foram apresentados primeiramente como rapazes; entende-se que morreram como meninos pela sua imaturidade.

3. Quando um número é mencionado no Tanach, ele não deve ser desprezado, e sim virar motivo de investigação e estudo. Chama-se Guematria o estudo da numerologia bíblica aplicada pelos rabinos. É um estudo complexo e deve ser realizado com cautela. Enfim, os números na Bíblia são para enriquecer a mensagem, embora alguns sejam de difícil interpretação.

Por que 42 jovens? Por causa das dificuldades de alguns leitores em entender essa numerologia, transferimos essa resposta para o post:
http://telahebraica.blogspot.com.br/2009/10/jefte-e-os-42-mil-mortos-de-efraim.html


O que acontece quando se questiona uma liderança levantada por D'us em Israel?
Todos os que contestaram severamente uma liderança espiritual em Israel, como no caso dos 42 jovens mortos pela ursa, foram punidos com morte. Caso de Miriã, que contestou a liderança de Moisés (Números 12.2). Não foi morta, porque este intercedeu por ela (Número 12.13); o povo reclamou também contra Moisés por não haver carne e alimentos do Egito no deserto (Números 11. 4 e 5, e condenados com praga em 11.33). A murmuração contra Moisés e Arão em Números 14.2 e a repreensão em morte e pestilência em Números 14.12 impedida pela intercessão de Moisés em Números 14.18-19, mas condenados em Números 14.23 a não conheceram a Terra Prometida.
A rebelião de Coré, Datã e Abirão engolidos pela terra em Números 16.32-33. A rebelião de Seba contra o rei David em II Samuel 20.1 que foi condenado à morte com a ajuda de uma mulher "e cortaram a cabeça de Seba", II Samuel 20.21-22. A maldição de Simei contra David em seus tempos difíceis, II Samuel 16.5-6 condenado à morte em I Reis 2.36-46 por desobediência ao rei Salomão. A liderança de Jefté foi questionada pelos homens de Efraim em Juizes 12.1 e condenados em 12.4-6 no famoso texto "Diga chibolete", e os que diziam "Sibolete" eram mortos.

Sobre as referências à ferocidade dos ursos na Bíblia:

1.Em II Samuel 17.8 - a valentia de David é comparada à de uma ursa no campo, roubada dos cachorros; em I Samuel 17.34-36 o jovem David matava os ursos e leões que atacavam o seu rebanho e usou desse argumento para se apresentar à Saul para matar Golias;

2.Provérbios 17.12 - é melhor o homem encontrar uma ursa roubada dos filhos do que um louco na sua insesatez;

3.Oséias 13.8 - D'us encontra os perversos como ursa roubada dos seus filhos.

4. Lamentações 3.10- A aflição de Jeremias é comparada à de um urso em emboscada;

5. Em Daniel 7.5 - O urso é um dos animais ferozes na visão de Daniel que recebe a ordem de devorar muita carne;

6. Em Amós 5.19 , o "Dia do Senhor" é comparado a um homem que foge do leão e se encontra com o urso.

Fonte:
The Holly Scriptures, The Society For Distributing Hebrew Scriptures, England.
Dicionário Português-Hebraico e Hebraico Português, A. & S.Hatzamri, Sêfer, 2007.
Dicionário Bíblico, Editora Didática Paulista.
Numerologia Judaica e seus Mistérios - David Zumerkorn, revisado por Rabino David Weitman, Ed. Maayanot,SP, 2005.




terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sucot e os quatro tipos de pessoas







Os dias de Sucot (do hebraico סוכות ou סֻכּוֹת sukkōt, Cabanas) ou Festa dos Tabernáculos essencialmente celebram a proteção de D'us sobre o Seu povo durante os 40 anos no deserto, época em que viviam em tendas ou "sucá" no singular hebraico. É a primeira das três grandes festas judaicas (Sucot, Pessach e Shavuot) . Essa festa também envolve orações de agradecimento pelo resultado da colheita dos frutos realizada nos meios agrícolas.

A origem e o significado de Sucot encontram-se em Levítico 23:33.


"E tomareis para vós, no primeiro dia, o fruto da arvore formosa (Etrog), palmas de palmeiras, ramos de murta e de salgueiro de ribeiras, e vos alegrareis diante do Eterno, vosso D'us, por sete dias. E a celebrareis como festa ao Eterno por sete dias a cada ano; isto é estatuto perpétuo pelas vossas gerações; no sétimo mês a celebrareis. Nas cabanas habitareis por sete dias; todo natural de Israel habitará nas cabanas. Para que as vossas gerações saibam que nas cabanas fiz habitar os filhos de Israel, quando os tirei da terra do Egito, Eu sou o Eterno vosso D'us".


Seguindo a ordem bíblica, são amarrados em feixes durante a festa os seguintes ramos vegetais:

1. Etrog, chamado de "árvore formosa", possui aroma e sabor; simbolizam as pessoas perfeitas e de bom coração, que exalam o seu cheiro e temperam o mundo com a sua presença;

2.Folhas de palmeiras, ("lulav"), são árvores que não possuem cheiro, produzem frutos, mas sem sabor; representam pessoas dotadas de inteligência, mas que não põem em prática o seu conhecimento e nem se preocupam em ensiná-lo também; possuem um conhecimento egoísta;

3. Ramos de murta ("hadass"), folhas com um cheiro muito agradável, mas que não têm frutos, por isso não têm sabor; representam as pessoas de pouco conhecimento, que apesar de sua pouca cultura, são humildes, boas e prestativas;

4.Ramos de salgueiro ("avará"), salgueiro sem fruto, sem perfume, mas resistente; representa as pessoas teimosas, sem inteligência e que não se esforçam para melhorar.

A Festa das Cabanas, ou Sucot, nos ensina o que devemos fazer com o conhecimento que D'us nos dá. Ele deve ser visto como um fruto doce e agradável que deve ser servido sempre por nós ao próximo.


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A arca de Noé não era um barco

Monte Ararat 1999 - por Rob Michelson


A palavra usada para designar "arca" no texto hebraico é "tevá", que quer dizer literalmente "caixa". Tevá foi usado também para designar a caixa onde Moisés foi colocado quando bebê por sua mãe para boiar no rio Nilo.

A arca não tinha a tecnologia de um barco porque foi construída em terreno plano, sem apoio, para que a força das "águas fortes" pudesse fazê-la boiar sem tombar. Também não tinha qualquer recurso de direção e ancoragem como remos, motores, velas e hélices. Constituía numa enorme caixa de 150 metros de comprimento, 25 metros de largura e 15 metros de altura, o tamanho de um transatlântico. Tinha três andares, divididos em vários compartimentos. Havia no centro um hall que recebia e distribuía a luz do dia de uma clarabóia superior.
Todo o processo de construção e impermeabilização por dentro e por fora da arca durou aproximadamente 1oo anos.


Apesar da arquitetura simples, a impermeabilização da arca foi toda realizada com asfalto, "kofer" no texto hebraico. Atualmente essa matéria prima, qualificada como hidrocarboneto de alto peso molecular, pode ser obtida pela refinação de petróleo, mas existiram depósitos naturais no Oriente. Os egípcios extraíam betume do Mar Morto para embalsamar múmias.

A caixa de madeira "gofer" (provavelmente uma espécie de cipreste), recebeu o mesmo material negro e resistente usado hoje na pavimentação de estradas e no revestimento de coberturas, canais e reservatórios. Por isso, a aparência externa da arca era escura e áspera.

A palavra "asfalto" origina-se do grego "asphaltos", do verbo grego "asphalizô", que quer dizer: "eu fortaleço, eu fortifico, eu faço forte". Segundo os autores da Septuaginta, o mesmo asfalto que serviu na consolidação da arca, serviu de argamassa para a torre de Babel e também na caixa de Moisés, embora que nesses dois últimos, a palavra hebraica designada para asfalto foi "hemar". Os gregos chamavam de "asfalto" qualquer espécie de betume ou cimento natural, mas esse termo designava principalmente o da Judéia, que se recorre à superfície do Mar Morto, também chamado de "Asphaltites lacus", ou Lago Asfáltico.

No hebraico é muito comum uma palavra ter vários significados diferentes, que se completam ou se explicam espiritualmente. "kofer" é uma delas, que também pode ser traduzida como resgate ou multa. No caso da caixa de Noé, o asfalto serviu de multa para os que ficaram de fora, e de resgate para os que ficaram dentro.

Pesquisadores da Nasa, juntamente com o ex-astronauta James Irwin, localizaram por satélite próximo ao Monte Ararat resquícios do que poderia ser um grande barco. Expedições ao local não puderam realizar a confirmação, mas essa grande caixa não era um navio.

Bibliografia:
A Torá Viva; anotado por Rabino Aryeh Kaplan; Ed. Maayanot, 2ª ed.,2003.
Dicionário Etimológico; P.F. Moulau, Librería"El Ateneo"-Buenos Aires,1944.
Dicionário Português-Hebraico e Hebraico Português, Hatzamri, A. & Hatzamri, Shoshana M. , Ed. Sêfer, 2ªed,2007.
Conhecer Tudo - Dicionário Enciclopédico Ilustrado, Abril Cultural,1977.
Referências:
Gênesis 5.32, a idade de Noé era de quinhentos anos quando recebeu a ordem de construir a arca.
Gênesis 7.11, Noé tinha 600 anos quando ocorreu o Dilúvio ("Mabul").
Gênesis 6.14 - O asfalto de arca ( "kofer").
Gênesis 3.11 - O betume da Torre de Babel ("hemar").
Êxodo 2.3 - o betume da cestinha de Moisés ("hemar").
Gláucia Vilela